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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

[NDS/Snes Review] Front Mission



Do tempo em que a Square ainda fazia games inovadores...

Bem, esse game é pouco conhecido pelos jogadores ocidentais - pelo menos até começo de novembro/2007, data em que foi lançado para Nintendo DS.

A Square sempre trouxe ótimos games para o Super Nintendo e até então sempre com ambientes medievais. Para mudar um pouco, resolveram fazer um lance mais "futurista" com Secret of Evermore e o Front Mission.

Não me lembro de outro game (talvez Ogre Battle) que fosse "Tático". E Front Mission, também ao lado de Ogre Battle difundiu bem o esquema de batalhas isomêtricas por turno, como se fosse um jogo de tabuleiro.

O que pode fazer os gamers menos impacientes abandonarem FM é o número grande de opções que são setadas ao Mech. Você pode customizar braços, pernas e corpos dos Mechs, adicionando armas novas e armaduras, respectivamente.

A dificuldade é grande, ainda mais por demorar um pouco para se habituar a todos os comandos possíveis e os tipos de ataques disponíveis que variam de acordo com seu equipamento.

A história também é um ponto forte de FM. É mais ou menos assim: Rola uma treta violenta entre a Comunidade Oceânica e os Estados do Continente Unido. No game, você pode escolher um soldado da CO ou do Continente Unido (a dificuldade muda de um modo de game para o outro). O ano é o de 2096, e os continentes em questão são países atuais que se uniram depois de eventos que ainda ocorrerão no futuro (não vou contar mais para não perder a graça :D )

Vale a pena para quem não teve a oportunidade de ver FM no Snes, ou pegar a rom traduzida para jogar em emulador.





Dados do game:

Plataformas: Snes e NDS. Existem continuações para outras plataformas.
Jogadores: 1
Saves: Bateria para ambas as plataformas
Tempo médio de jogo: A meus queridos... pode colocar no mínimo umas 15 horas
Lançamento: 1995 para Snes e Novembro de 2007 para NDS

Avaliação pessoal do bispo:

Gráficos: 8,5
Som: 8
Controles:
8,5
Replay: 9
História: 9,5
Geral: 8

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

[NES Review] Super Mario Bros. 3



Clássico na área.

Existem jogos que somente os gamers conhecem. Existem games que jogadores casuais já ouviram falar. Existem games que se tornam clássicos, referências, e até sua mãe que nunca encostou num controle de videogame (a não ser para derrubá-lo no chão) já ouviu falar dele ou pelo menos conhece o personagem principal. Personagem esse que é capaz de virar ícone e ser lembrado por milhões de pessoas quando o assunto é videogame.

Digamos que este jogo foi responsável por alavancar vendas de consoles e a primeira versão desta aventura é considerada a mais vendida de todos os tempos, com 40 milhões de cópias - originais, imagina só se fosse levado em consideração a pirataria. Já a versão de que estamos falando vendeu míseros 18 milhões.

O que faz um game se tornar clássico? Estive conversando isso com nosso querido Mentor. Não chegamos à conclusão de qual fórmula pode fazer isso, mas leve em consideração que nosso querido encanador não possui armas de última geração, não possui armaduras reluzentes, não possui capacetes com visores noturnos, nem mesmo tem a missão de salvar o mundo de um perigoso terrorista ou outra entidade maligna. Ele é "simples". Ele é como eu e você, ele só consegue pular e andar.

Talvez a simplicidade seja a base de tudo, e isso se reflete bem neste game. Jogabilidade simples, misturada com gráficos bonitos e trilha sonora excelente. Na minha preferência, este game é a melhor versão de todos os tempos. A dificuldade até o mundo 5 é aceitável, mas o desafio começa da metade do mundo 6 para frente.

Com relação aos cenários, a criatividade dos designers deste game é algo de se aplaudir. Você pode jogar tanto passando rápido pelas fases ou procurar entradas secretas. Não que a descoberta delas lhe renda um final diferente, apenas é pelo prazer de descobrir. Essa é a essência que todo jogo deve ter.

Se você é gamer e nunca jogou pra valer este jogo, recupere o tempo perdido e divirta-se com um dos maiores clássicos de todos os tempos. E lembre-se de agradecer ao senhor Miyamoto por esta obra prima.







Plataforma: Nes, Snes, GBA (deve ter mais)
Jogadores: 2
Saves: Bateria no Snes e Gba. No Nes, nem saves, nem password.
Info Adicional: Cartucho
Tempo médio de jogo: Com warps, uns 20 minutos. Já sem warps...
Data de lançamento: 23/10/1988 no Japão, 12/02/1990 nos EUA

Avaliação pessoal do Bispo:
Gráficos: 9,5
Som: 9,5
Controles: 9
Replay: 9,5
História: 9,5
Geral: 9,5

Estão esperando o que? Liguem o Nes de vocês agora!

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

[PSX Review] Chrono Cross


Hoje, falemos de Chrono Cross.

A continuação de um dos (senão o maior) games da história, Chrono Trigger. Não chega à altura de seu predescessor, mas é um grande game. Músicas excepcionais que rendem uma OST com 2 CDs e mais de 60 horas de jogabilidade. Dos gráficos, não preciso nem falar. São espetaculares.

História que muitos devem achar confusa, mas que no final fica clara. Nem por isso você deve achar que é viável jogar o game apenas uma vez, ele deve ser encarado como um filme cheio de detalhes e apreciado como um vinho.

Creio que até esta época, a Square ainda possuía bala na agulha para lançar bons games, o que já não é fato hoje em dia. Mas isso não vem ao caso agora.

Mas o que Chrono Cross tem de diferença dos demais RPGs que a Square lançou? Simples, tudo que um bom RPG deve ter: história cativante e um feeling que te puxa pra dentro do game (neste caso, um feeling de desafiar o destino e poder mudar sua vida e o curso do mundo).

Ponto positivo para o sistema de batalhas, que a princípio pode fazer os jogadores mais acostumados aos padrões de turnos torcerem o nariz. Um novo esquema de combos, encaixando magias (elements) trazem ataques animais e de belos efeitos visuais.

Enfim, é um game que merece ser jogado. Ou ainda não, pois o pessoal da Central de Traduções está com a tradução deste game de vento em popa. Mais info sobre o projeto? Clique aqui.

Plataforma: PSX
Jogadores: 1
Saves: 1 bloco de memory card
Info Adicional: 2 CDS
Tempo médio de jogo: 50~60 horas
Data de lançamento: 18/11/1999 no Japão, 15/08/2000 nos EUA

Avaliação pessoal do Bispo:
Gráficos: 9
Som: 9,5
Controles: 8,5
Replay: 8,5
História: 9
Geral: 9

Joguem, infiéis!