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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

[NGC Review] The Legend of Zelda - Twilight Princess



A saga "adulta" de Link volta após 8 longos anos de espera.

Sim amiguinhos, 8 anos. O Bispo sentiu na pele essa emoção.

O último jogo de temática mais adulta da série (sem contar os remakes) foi em 1998 em Ocarina of Time para N64 e logo na sequência o famigerado Majora's Mask também para o mesmo console. Fora isso, só me recordo de outros games mais infantis como Wind Waker para o próprio GameCube e Minish Cap para o GBA.

Esse lançamento não teve o mesmo "hype" que fizeram para o Ocarina, mas o jogo vale cada centavo gasto. Twilight Princess é quase perfeito em todos os pontos.

Vou tentar explicar o porque do quase. Como vocês sabem, todo o Zelda tem uma espécie de dois modos de jogo. Por exemplo: Link to the Past tem o mundo normal e o mundo da escuridão. No Ocarina temos o Link criança e adulto. Já em Minish Cap, o Link tamanho normal e o Link "querida, encolhi o personagem principal", e poraí vai. O TP possui também dois modos de jogo, o Link normal e o Link transformado em Lobo. E como estava dizendo... a parte do Link lobo é um veradeiro pé no saco. Mas no fim das contas, o jogo não perde o seu brilho. Além disso, como em Ocarina, você terá um ajudante.

Você começa sua aventura na pequena vila de Ordon, para depois ir para a cidade grande e descobrir que irá se tornar o salvador do mundo.

Você descobrirá que um mago chamado Zant quer tomar o mundo da luz, usando o poder dos Twili. Todas as criaturas do mundo de Link (as pessoas também) serão transformadas em fantasmas - e Link será transformado em um lobo e aprisionado no mundo Twilight. Nesse ponto, surge a sua salvadora e ajudante que irá te acompanhar praticamente o jogo inteiro, Midna. Ela irá lhe ajudar na sua empreitada para reverter esse quadro e tirar Hyrule do estado de Twilight - e de quebra, acabar com Zant. Porém, como sempre... a história promove muitas reviravoltas, então paro por aqui para não acabar com a graça. =D

Os quebra-cabeças estão bem mais difíceis do que em outros games. Fique atento também aos cenários, pois geralmente muitos lugares escondidos não aparecem no mapa, a não ser por uma pequena "falha" em alguns pontos das bordas deste, que podem sugerir uma passagem secreta.

Por falar nisso, Hyrule está mais bela e detalhada do que nunca. Antes, o mapa era uma coisa só. Agora, ele está dividido em várias províncias, e cada província possui um "zoom" para mostrar mais a fundo os locais. A maioria dos lugares já conhecemos de outros games, como a Death Mountain, Kakariko Village, Zora's Domain, etc, só que com visual diferente.

A quantidade de pedaços de corações é de 45, 9 a mais do que em Ocarina. Sem contar os outros itens colecionáveis, como insetos, peixes, etc, etc. Para variar, Epona também está lá, só que nesse game você não irá precisar tanto da ajuda dela como em Ocarina.

A jogabilidade é ótima, e uma das novidades mais legais fica por conta do aprendizado de técnicas de combate e defesa, 6 ao total. Os gráficos são soberbos. Nesse Zelda, a coisa está bem mais séria, e não há aquela cor tão viva que existia nos outros games. Os cenários de Hyrle (principalmente em Hyrule Field, o Templo da Água e a Fortaleza Gerudo) estão absurdamente bem feitos. Chego a pensar que os gráficos desse game ficam pau a pau com God of War do PS2.

A transição de dia para noite ainda existe em Twilight Princess, e a parte noturna é de uma atmosfera digna de uma obra de arte - sei que daqui uns anos alguém vai ler isso e vai dar risada, mas a coisa é próxima da realidade. Além disso, existem itens e inimigos que só irão estar disponíveis à noite, então fique atento. Ainda sobre a parte gráfica, espere para ver em algum momento em que há chuva no cenário, os efeitos de água e transparência são excelentes. Sobre a música... perfeita, como sempre, em todos os games da série.

O Bispo fechou o game com 42 horas, então tenha certeza que será uma imersão animalesca no mundo de Hyrule quando jogá-lo (jogar o jogo, não o Bispo). Realmente Zelda continua uma lenda. Não quero contar o fim do jogo, mas... a(s) batalha(s) final(is) será(ão) mais emocionante(s) do que em Ocarina. E a Princesa Zelda terá uma participação fundamental no fim, diferentemente dos outros títulos da série.

Se você quer um motivo para ter um NGC, esse é o motivo.









Dados do Game:

Plataformas: GameCube / Wii
Jogadores: 1
Saves?: 3 slots por file no memory card.
Tempo de jogo: O Bispo fechou com 42 horas. E você?
Data de lançamento: 19/11/2006. Era para ser Nov/2005, mas sempre há um delay para deixar a gente com mais vontade de jogar.

Notas do Bispo:

Gráficos: 9,5
Som: 9,5
Jogabilidade: 9
Replay: 9
Geral: 9,5

quinta-feira, 12 de junho de 2008

[GBA/PSP Review] Riviera - The Promise Land



E você achando que o céu era um lugar tranquilo...


Talvez, o mais raro dentre todos os jogos de Game Boy Advance. Caso você tenha um, não venda! Ou só venda se tiver que comprar um carro.

Desenvolvido pela Atlus, que hoje em dia está arrebentando a boca do balão, este game chega muito próximo de ser uma obra prima. Tudo nele é quase perfeito, enredo, som e jogabilidade.

Este título inova muito, o esquema de jogo é um lance meio tactics com rpg tradicional. Você não precisa andar pelo cenário fuçando em tudo, é como se você estivesse lendo uma história em quadrinhos. A ação é somente de tela em tela, dando comandos escolhendo em qual direção ir e o personagem se movimenta sozinho. Outra sacada da Atlus, é que você só pode vasculhar o cenário e procurar por itens ou inimigos se mudar o "modo de visão". Em um você comanda a direção, em outro, o game te propõe o que deve ser vasculhado. Por exemplo, se houver uma pedra no chão, você muda o modo de visão e uma seta em cima da pedra irá surgir.

Aí, temos uma novidade. Você só poderá verificar a tal pedra se tiver pontos. Sim, pontos! Uau! Explicando melhor, quando você vence uma batalha você ganha pontos que são usados para vasculhar o cenário. No fim da batalha, quanto maior o seu ranking (depende do tempo e modo que você derrota o inimigo) mais pontos você ganha. Parece até promoção de posto de gasolina.

Não para poraí. O seu personagem só irá ganhar experiência quando você domina 100% de uma arma ou item. Se o personagem que você está usando tem habilidade com espadas, e ele está usando uma arma nova... você terá que preencher a experiência daquela arma (repare nos traços EXP que estão do lado do nome da arma!) para poder ganhar mais experiência. Não se preocupe, existem muitas armas espalhadas pelo jogo para você poder subir o nível do seu personagem.

Existe também o OverDrive Meter, parecida com aquela barra de combo usada nos jogos Marvel vs. Capcom. Quando ela está cheia e você domina por completo a arma que está usando, é possível desferir finalizações animalescas e cheias de clichês com frases do tipo "queime no inferno, demônio mau...". Essa barra é compartilhada entre todos os personagens, portanto se você desferir um golpe que arrebente com ela, ela estará indisponível pelo resto daquela luta - tem essa também... se o golpe for muito forte e a barra estiver cheia, ela se quebra...

A história é mais ou menos assim: Bem antes do período em que o game acontece, houve uma batalha chamada Ragnarok. Os deuses de Asgard foram atacados pelos demônios que habitavam Utgard. Os deuses então, vendo seu fim próximo e sua terra também indo para o buraco, se sacrificaram para criar os Black Winged Reapers, ou talvez anjinhos que fazem trabalho sujo. Cada um tinha sua arma chamada Diviner, que foram usadas para expulsar os demônios de Asgard e limpar Utgard. Depois que Utgard foi limpa pelos moços de asas negras, essa terra passou a se chamar Riviera. Os deuses antes de se sacrificarem, deixaram o poder nas mãos dos Magi, e esses por sua vez passaram essa sabedoria para os Sprites, que passaram a viver em Riviera.

Depois de uma eternidade, a ameaça do ataque dos demônios volta a rondar Asgard e os Magi convocam dois Black-Winged Reapers, Ein e Ledah. Você irá controlar Ein, e nessa deverão ativar a "Retribution", poder este capaz de dizimar todos os demônios e também acabar com Riviera. Agora chega de contar a história, senão perde a graça =D

Tem muita coisa para falar deste game que provavelmente consumiria pelo menos 3 posts, mas deixo para você, caro leitor, a experiência de descobrir o que ele tem a oferecer. Complementando, o som e o gráfico são espetaculares.

Aguardarei ansiosamente por uma continuação.







Dados do Game:

Plataformas: GBA / PSP
Jogadores: 1
Saves?: Saves!
Tempo de jogo: Nunca terminei, dificílimo e comprido.
Ano de lançamento: Segundo a Wikipedia, 2002 (JPN) para WonderSwan, 2004 (JPN) e 2005 (USA) para GBA, 2006 (JPN) e 2007 (USA) para PSP.

Notas do Bispo:

Gráficos: 9,5
Som: 9
Jogabilidade: 9
Replay: 8,5
Geral: 9

quinta-feira, 10 de abril de 2008

[Snes Review] Nosferatu



Um Belmont dos dias mais atuais, talvez?

Mais um game do "Lado B" do nosso querido Super Nintendo. Produzido pela desconhecida Seta, que mais tarde faria o Tetris64, esse jogo não pode de maneira nenhuma ser chamado de inovativo, mas sim de desafiativo.

Ao iniciar o game, a primeira impressão dos gráficos que aparecem quando o nosso herói adentra o castelo de Nosferatu, é que são parecidíssimos com Out of this World. Ao começar o game, temos outro susto, o gameplay é uma mistura de Prince of Persia de Snes com Super Catlevania 4.

Não, o nosso herói Kyle não usa chicote, água benta e qualquer arma que já tenha aparecido poraí. O negócio dele é simplesmente descer o braço em lobisomens, múmias e lacraias (não aquela).

Temos dois "modos" de game, um em que o personagem caminha ou corre pelo cenário, e outro em que, se você apertar direcional para cima, ele entra em modo combate. Dessa maneira, é possível desferir combos matadores usando pés ou mãos ou ainda dar aplicar uma bela voadora de fazer inveja à Billy ou Jimmy. Ou seja, não há muito mais complicação do que isso para se decorar em termos de controles.

Os gráficos, apesar de serem bem parecidos com os de Prince of Persia, são bem mais detalhados. No fim da primeira fase, a luta com o Lobisomem é soberba, tente reparar no fundo do cenário. A música, até onde me lembro nesse momento, é meio que inexistente, ou muito parecida com filme de terror - ou seja, susurros, e na hora que o bixo pega, um som mais orquestrado com velocidade.

A história é a seguinte: O vampiro Nosferatu raptou a pobre Erin, e cabe à você, guiando nosso intrépido e bom menino Kyle por seis estágios embasbacantes, resgatá-la. No fim do game, o confronto final é com o próprio morcegão em pessoa.

A dificuldade é grande, podemos dizer que não será fácil você chegar na terceira fase. Pelo menos o Bispo aqui nunca conseguiu chegar nela, a sua barra de energia é escassa e digamos que não há muitos itens para revitalização e power up. Sem contar os monstros que surgem do nada de dentro do chão (!?) para agarrar seu pé, te derrubar e arrancar quantias consideráveis de life.

Jogo não tão conhecido pela maioria, mas que é altamente recomendado pelo Bispo. Se você estiver num sábado à noite sem nada para fazer... jogue Nosferatu!





Dados do Game:

Plataformas: Snes
Jogadores: 1
Saves?: Nem Saves, nem Passwords
Tempo de jogo: Umas 2~3 horas provavelmente
Ano de lançamento: Em 1994 no Japão e em 1995 nos EUA

Notas do Bispo:

Gráficos: 8,5
Som: 7,5
Jogabilidade: 8,0
Replay: 7,0
Geral: 7,5

quarta-feira, 9 de abril de 2008

[SFC / GBA Review] Final Fantasy V



Os cristais estão em perigo. E esta é a quinta vez, muitas outras estão por vir.

Para o pessoal se situar. Para o Famicom, tivemos os FF1, 2 e 3. Para o Super Famicom tivemos o FF4, FF5 e FF6. FF5 nunca saiu nos EUA, apenas muito tempo depois em um remake para GBA e outros dois para PSX.

Confuso não? Pois bem, a Square reparou na cabeçada que tinha dado e acabou corrigindo tudo, fazendo milhares de remakes e ganhando milhares de dólares.

Falemos sobre o Final Fantasy V. Esse episódio diferentemente do que muitos pensam, não implantou o sistema de Jobs, ele apareceu antes no FF3 de Famicom. Talvez a sacada da produtora foi limitar o número de personagens para não tornar a história muito confusa. Em FF5, são apenas 4 personagens "jogáveis" que logo no começo do game são apresentados.

A história é a seguinte, existem 4 cristais que balanceiam o poder no mundo. Uma força maligna pretende colocá-lo na escuridão, justamente destruindo esses cristais. Nesses tempos de ameaça, os próprios cristais escolhem 4 guerreiros chamados de "Light Warriors" que devem restaurar o equilíbrio e salvar o mundo, lutando contra o mal. Em cada Final Fantasy, o mal tem variações, porém não irei contar aqui qual é o malfeitor desse episódio para não perder a graça.

Sobre o sistema de Jobs, nesse FF já era possível criar combinações de magias e habilidades com classes que teoricamente não poderiam usá-las. Um exemplo, é um Mago Branco que pode usar magia negra ou um Cavaleiro que pode usar magia branca. Para isso, é necessário que o seu personagem tenha um certo nível com uma classe desejada e esta depois seja trocada. Não há perda de habilidades adquiridas com a classe anterior, elas vão se acumulando no seu personagem.

Levando-se em consideração os demais FF, este aqui é até curto. Mas não pensem que por conta disso o jogo não é bom, muito longe disso. Acredito que se alguém está começando a se aventurar pelo mundo do RPG, pode começar por esse game. O sistemas de Jobs é simples e descomplicado, bem como os set-ups de armas e armaduras. A dificuldade das batalhas é razoável.

Esta versão de FF é como abrir um livro e ir folheando. O game é linear, não lhe faz perder horas e horas quebrando a cabeça com puzzles sem sentido e ter que voltar na mesma cidade por várias vezes, por exemplo.

A parte gráfica é boa, apesar de não utilizar de muita pirotecnia. Digamos que cumpre bem o seu papel, está num meio termo entre os FF de NES/Famicom e o FF6. A trilha sonora é soberba, com músicas assinadas pelo famoso Nobuo Uematsu.

Enfim, este é um game que Nelson provavelmente possui completo. Quando se trata de Final Fantasy, até o episódio 7 vocês podem ir na certeza de que são obras de arte.





Dados do Game:

Plataformas: Snes, GBA e PSX
Jogadores: 1
Saves?: Sim, 3 Slots
Tempo de jogo: Boa pergunta, nunca marquei. Mas é uma das versões mais curtas.
Ano de lançamento: Em 1992 no Japão, Para o SFamicom, em 1999 os remakes do PSX e 2006 para o GBA.

Notas do Bispo:

Gráficos: 8,5
Som: 9,5
Jogabilidade: 9
Replay: 8,0
Geral: 8,5

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

[Snes Review] - Super Mario World



Sabe o Mario?

Lembro-me das primeiras imagens de SMW que foram divulgadas nas revistas especializadas em games. Naquela época, os Oito bits ainda reinavam, a SEGA já mostrava a cara do Mega Drive e o Super Famicom já estava despontando lá na terra do Iwata.

Não precisamos dizer que SMW vendeu horrores no ano em que foi lançado, porém não conseguiu bater a marca de seu predecessor, o Super Mario Bros. 3 para NES.

Logo de cara, parecia que os gráficos do game seguiam os padrões de SMB3, porém com muito mais cores, muito mais vida e muito mais detalhe. O que parecia bom já se tornava excelente, com fundos bem desenhados e caprichadíssimos.

E não era somente isso que estava melhorado, os inimigos também ganharam mais detalhes e nosso amigo bigodudo ficou mais definido comparando-se ao Mario de SMB3. Por ser um game de primeira leva do Snes, os gráficos surpreendiam.

Na questão das músicas, várias foram criadas e algumas foram mantidas. As que foram mantidas ganharam novos arranjos e ficaram ainda melhores. Talvez essa seja uma das versões de Super Mario que mais empesteia sua mente com músicas “chiclete”. Os efeitos sonoros... bom, você sabe. Os clássicos efeitos de moedas coletadas, de cogumelos verdes e do pulo do Mario são os mesmos e inconfundíveis.

A jogabilidade é primorosa. Nesse quesito a Big N também capricha e muito. Como o controle do Snes possuía mais botões do que o de NES, a Nintendo fatalmente iria criar alguns recursos novos para aproveita-los. Fora os botões Y e B, já conhecidamente usados para correr e pular, respectivamente, os triggers R e L servem para fazer o scroll da tela e o botão A para fazer um novo pulo giratório.

Uma outra novidade interessante foi a primeira aparição de um personagem que teria enorme importância dali para frente, tanto que praticamente estrelaria junto com Baby Mario no game seguinte para Snes. Estamos falando de Yoshi, o dinossauro verde linguarudo mais simpático de todos os tempos, desde a Família Dinossauros. Ele serve como veículo e arma, já que pode engolir vários inimigos pequenos e depois atira-los. Dependendo do casco que Yoshi engole, também é possível lhe dar poderes especiais, como voar, por exemplo.

A Nintendo talvez tenha percebido que os games dessa linha estavam ficando difíceis ou grandes demais (o que não é problema algum se você for um gamer hardcore) e acabou criando um sistema que permite gravar o progresso na bateria do cartucho.Mas a parada não ia ficar tão fácil assim... fazendo uma nova comparação com o game anterior, em SMB3 não havia diferença entre jogar ou não todas as fases. Nesse game faz, e inclusive, várias fases possuem duas ou mais “saídas” possíveis. Ou seja, se você quer destrinchar o game de cabo a rabo, terá de descobrir todas as 96 (!) saídas possíveis de todas as fases. Uma dica: fique atento para todas Ghost House.

A história é... bem, o nosso amigo Bowser raptou a pobre e indefesa Princesa Peach OUTRA VEZ, e o trabalho de Mario, Luigi, Yoshi e agregados é salva-la do exército Koopa.

Diversão garantida, principalmente pelo título possuir jogabilidade simples e acessível, além de um bom replay, já que o desafio real está em abrir as 96 saídas.

Nota: Super Mario World também está disponível no cart Super Mario All Stars + Super Mario World do Snes!





Dados do Game:

Plataformas: Snes, GBA e Virtual Console
Jogadores: 2, de forma alternada
Saves?: Sim, 3 Slots
Tempo de jogo: Se você for bom mesmo e souber as fases de cabeça, pode contar umas 5 horas. Senão amiguinho, vai ter que comer bastante arroz e feijão : )
Ano de lançamento: Novembro de 1990 no Japão, Agosto de 1991 nos EUA

Notas do Bispo:

Gráficos: 9
Som: 9
Jogabilidade: 9,5
Replay: 8,5
Geral: 9, 5

Joguem criançada! José, obrigado pelas correções!